O ABORTO E SUAS RESPONSABILIDADES SEGUNDO O ESPIRITISMO

ABORTO - IreneO aborto é a interrupção de uma vida.  Constitui-se em grave comprometimento com as leis divinas a provocação do aborto em qualquer fase da gravidez, uma vez que tal iniciativa impede que o Espírito, já ligado ao embrião, renasça no corpo físico que lhe servirá como instrumento de progresso.

À luz do Espiritismo sabemos que o ser que irá reencarnar pode ser um individuo muito amado; bem como pode ser alguém com quem precisamos reatar laços de amizade.  Como prejudicar este serzinho, com que direito impedi-lo de nascer?

Na atualidade vemos mulheres que se entregam inconscientes aos relacionamentos sexuais e depois, através de métodos terríveis, expulsam os seres que elas mesmo implantaram no seu útero.  O que pensar dos homens envolvidos nestes processos de desamor e que muitas vezes, viram as costas às mulheres, antes agradadas, aconselhando-as a matarem os individuozinhos frágeis que não tem como impedir o próprio assassinato?

Só em um planeta de expiações e de provas como a Terra, pode-se conceber tal crueldade.

Sabe-se que possuímos o livre arbítrio, embora também se saiba que esse livre arbítrio é relativo, essa liberdade de agir responsabiliza cada um pelos seus atos, aliás como disse o Mestre: “A sementeira é livre porém, a colheita é obrigatória”.

Cabe a cada um de nós dentro do Espiritismo consolar os indivíduos que praticaram o aborto quando ainda não sabiam os danos que o mesmo causava, lembrando que, Deus nos entende em nossa fragilidade e permite nos corrigirmos através do trabalho em benefício ao próximo.  Mas, como disse Jesus:

  • Vá e não peques mais ….

Digamos não ao Aborto.  Alertemos a humanidade imediatista que só pensa no Hoje e no Agora. Deixemos as crianças virem ao mundo, depois as soluções para a criação deste ser virão. Vamos ter a coragem de entrar nestas situações. Quando soubermos de alguém que quer praticar o aborto, alertemos para os comprometimentos que advirão aos envolvidos e a necessidade que o espírito tem de reencarnar. Não temos o direito de interromper a vinda de um ser que necessita voltar para evoluir, não estando em nossas mãos o poder de dar ou retirar a vida humana.

Irene Gaviolle

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